Cuenca

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Cuenca

 
Data: 20.01.2017 a 25.01.2017

Depois de 2 dias em Vilcabamba resolvemos seguir viagem para a tão esperada Cuenca. E sabe porque estávamos ansiosos para conhecê-la? O Glauco disse que ela é tão linda que iríamos querer morar lá, se encantou pelos comentários que lemos e do que ouvimos de outros viajantes.

O nosso caminho foi com uma linda estrada à frente, com muito verde e também mais curvas e descidas.

Chegamos em Cuenca em um Camping próximo do rio e com um grande pátio. Era um camping mais improvisado, mas bem localizado. Lá encontramos novamente os nossos amigos suíços.

Cuenca se encontra a 2500m de altitude e está próxima da rodovia Panamericana, localizado no sul do Equador, cerca de 440 km de Quito, e tem a sua cerca 4 rios, sendo que um deles divide a cidade, de um lado o sul e do outro o norte, o rio Tomebamba.

A cidade tem uma arquitetura bem preservada, com vários prédios coloniais, igrejas, ruas de pedras, casas com flores em suas belas sacadas, uma cidade cheia de vida e movimento é é esse conjunto que transforma ela em uma beleza imensa. E por isso em 1999 ela foi considerada como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco. Cuenca tem cerca de 500 mil habitantes e é uma das mais ricas cidades do Equador. Isso é muito visível pelas lindas casas e mansões por todos os lados. Dizem que é população com maior poder aquisitivo no país e que em muitas mansões estão vazias pois seus donos estão trabalhando nos EUA.

Aproveitamos o dia seguinte que era um dia de sol para conhecer o centro histórico da cidade. E no caminho comemos o pastel daqui que tem um pouco de queijo azedo e por fora passado no açúcar, uma delícia.

E em frente a linda igreja, a Catedral de la Inmaculada ou Catedral Nueva tinham pessoas vendendo chantilly com casquinha de sorvete, esse não experimentamos, mas vimos que é muito comum.  A igreja fica no parque Calderón, na praça principal. A entrada é gratuita. A igreja é o principal símbolo da cidade. A enorme cúpula azul e toda ela revistada de tijolos dá a ela uma característica única e imensamente bela.

Dentro de um pátio ao lado da igreja existe alguns restaurantes e foi num deles que resolvemos almoçar, bem não era um restaurante, e sim uma pizzaria de um legítimo italiano, com suas falas altas e gesticulações! Uma pizza no valor de 10 dólares e incrivelmente saborosa!! Não deixe de conhecer a Pizzeria Fellipo.

Depois da sensacional pizza demos uma volta pelo rio Tomebamba, um passeio que vale muito a pena pois é do lado do rio que corta a cidade e que é extremamente limpo e com alguns restaurantes e lanchonetes no caminho. Voltamos para o nosso camping e chegando lá encontramos nossos queridos amigos alemães. Que alegria em reve-los!!

No dia seguinte fomos para o centro novamente e tomamos um delicioso sorvete no Tutto Fredo, conhecemos o outro lado da cidade com alguns pubs e ruas estreitas com comércios e casas históricas. Em uma praça que não lembramos o nome, mas que tem uma arquitetura francesa com este nome encontramos um bar com 3 tipos de cervejas belgas, paramos para tomar 2, eram um pouco caras, mas deu pra experimentar e elas não estavam geladas, como é de costume beber em algumas regiões da Europa, confessamos que sentimos falta delas geladas. É o Bar Belgium, uma diferente opção na cidade.

Aproveitamos também para conhecer o Museu Del Sombrero onde é feito o famoso chapéu de Panamá, para quem não sabe ele é feito aqui no Equador e não no Panamá, dizem que ele leva o nome do Panamá pois o então presidente Rosevelt em uma visita ao Panamá usou ele e assim ficou famoso como chapéu do Panamá.

Neste museu você pode ver uma pequena exposição de como é feito o chapéu de Panamá além de ter diversos deles para comprar. Ok não era barato, mas também não era caro, confuso? Mas ok, o Glauco queria um pra ele e outro pra mim. Pra mim foi fácil achei um modelo no formato boné e achei diferente e bonito. Já o Glauco estava em dúvida, ele queria ter uma, mas achava que não iria usar. Então só eu acabei levando. Mas a saga não termina por aqui, voltamos outro dia lá, nossos amigos alemães haviam comprado e um deles chamou a atenção do Glauco e lá fomos nós novamente ver um.

Fomos à mesma loja e nada. O Glauco já tinha desistido, mas no caminho encontramos outra loja, República del Sombrero. O Glauco gostou de um, mas não comprou, ficou na dúvida…rsrsrs

Porém a saga não termina e no outro dia depois de voltarmos do mercado 9 de outubro, e nos surpreender com o tamanho do porco no rolete, passamos pela loja. Lá foi o Glauco provar e sim ele comprou!!!!! Achou um que cabiam perfeitamente na cabeça, ufa!!! Agora os dois de chapéu de Panamá! Ainda ganhamos uma lembrança, um mini chapéu de Panamá para colocarmos na nossa casa.

Além de toda essa atração histórica, Cuenca é muito gostoso simplesmente para passear, andar pelas ruas preservadas, caminhar pelas margens do rio e provar seus cafés típicos. Assim é Cuenca, simples, linda e nostálgica.

  • Distância percorrida: 251 km (Vilcabamba – Cuenca)
  • Estrada em boas condições, sem pedágio.
  • Onde acampamos: Camping Cabanas Yanuncay (US$ 12,00 – R$ 40,00)
  • Locais recomendados: Pizzaria Felipo, Heladeria Tutti Fredo, passear pelas margens do rio Tomebamba, parar em um café típico e comer tamales e humitas, caminhar bastante por todo o centro histórico.

 

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